No mercado imobiliário atual, muitos profissionais acreditam que uma consulta no SPC ou Serasa é o suficiente para garantir uma locação segura. Como advogada e corretora, vejo que este é o maior erro estratégico na administração de imóveis. O fraudador profissional não usa documentos “sujos”; ele utiliza identidades reais de terceiros ou tecnologias de falsificação que passam ilesas pelas consultas tradicionais.
O que é a “Locação Invisível”?
A fraude em contratos de locação moderna é silenciosa e acontece no momento da captação. Sem um método para validar a identidade de quem está do outro lado da tela, você abre as portas para prejuízos judiciais que podem durar anos. A segurança jurídica nas locações não começa no contrato assinado, mas sim na verificação rigorosa da origem dos dados e dos documentos apresentados.
Rastro Digital: Selfie e Geolocalização como Provas Judiciais:
Ferramentas de assinatura digital que coletam biometria facial (selfie) e geolocalização no momento da assinatura criam um dossiê de segurança inquestionável. Imagine apresentar em juízo um relatório técnico com a foto do locatário, as coordenadas de GPS e o endereço de IP da máquina no momento do ato. Isso blinda o proprietário e protege a comissão do corretor.
A Responsabilidade Civil do Corretor de Imóveis:
O corretor possui o dever legal de diligência. Quando uma fraude ocorre por falha na conferência básica, a responsabilidade pode recair sobre o profissional. Implementar um método de Segurança Jurídica Preventiva valoriza o seu serviço e entrega paz de espírito para o seu cliente.
Perguntas frequentes de segurança na locação:
1.A assinatura digital com selfie tem validade jurídica em processos de despejo?
Sim. As assinaturas eletrônicas avançadas, quando acompanhadas de biometria facial e geolocalização, criam uma prova de identidade robusta, dificultando qualquer alegação de fraude por parte do locatário em juízo.
2.A imobiliária pode ser responsabilizada se o locatário apresentar documentos falsos?
Sim. O corretor e a imobiliária têm o dever de diligência. Se for comprovado que a fraude poderia ter sido evitada com um método de segurança jurídica preventivo, o profissional pode ser condenado a reparar os danos causados ao proprietário.
3.Por que a consulta ao SPC/Serasa não é suficiente para evitar fraudes?
Porque fraudadores profissionais costumam usar identidades reais de terceiros (“laranjas”) com o CPF limpo. Nesses casos, a consulta tradicional não apontará riscos. Por isso, é indispensável validar o rastro digital e a presença física do assinante.
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