No mercado imobiliário atual, garantir a segurança jurídica é o maior desafio de proprietários e imobiliárias. Muitos profissionais acreditam que uma consulta no SPC ou Serasa é o suficiente para garantir uma locação segura. Como advogada e corretora, vejo que este é o maior erro estratégico na administração de imóveis. O fraudador profissional não usa documentos “sujos”, mas utiliza identidades reais de terceiros ou tecnologias de falsificação que passam ilesas pelas consultas tradicionais.
O que é a “Locação Invisível” e a falta de Segurança Jurídica?
A fraude em contratos de locação moderna é silenciosa e já pode acontecer no momento da captação. Sem um método para validar a identidade, você abre a porta para prejuízos que podem durar anos. A segurança jurídica nas locações não começa no contrato assinado, mas sim na verificação rigorosa da origem dos dados. Essa responsabilidade está fundamentada no Artigo 723 do Código Civil, que exige toda a prudência e diligência nos negócios do corretor.
Rastro Digital: Biometria para a sua Segurança Jurídica
Ferramentas de assinatura digital que coletam biometria facial (selfie) e geolocalização criam um dossiê de segurança inquestionável. Imagine apresentar em juízo um relatório técnico com a foto do locatário e as coordenadas de GPS. Isso blinda o proprietário e protege a comissão do corretor.
A Responsabilidade Civil e Segurança Jurídica Preventiva :
O corretor possui o dever legal de diligência. Implementar um método de Segurança Jurídica Preventiva valoriza o seu serviço e entrega paz de espírito para o seu cliente.
Perguntas frequentes de segurança na locação:
1.A assinatura digital com selfie tem validade jurídica em processos de despejo?
Sim. As assinaturas eletrônicas avançadas, quando acompanhadas de biometria facial e geolocalização, criam uma prova de identidade robusta, dificultando qualquer alegação de fraude por parte do locatário em juízo.
2.A imobiliária pode ser responsabilizada se o locatário apresentar documentos falsos?
Sim. O corretor e a imobiliária têm o dever de diligência. Se for comprovado que a fraude poderia ter sido evitada com um método de segurança jurídica preventivo, o profissional pode ser condenado a reparar os danos causados ao proprietário.
3.Por que a consulta ao SPC/Serasa não é suficiente para evitar fraudes?
Porque fraudadores profissionais costumam usar identidades reais de terceiros (“laranjas”) com o CPF limpo. Nesses casos, a consulta tradicional não apontará riscos. Por isso, é indispensável validar o rastro digital e a presença física do assinante.
Gostou deste conteúdo? >
Não permita que a falta de segurança jurídica coloque seus negócios em risco. Eu preparei um treinamento exclusivo onde ensino o passo a passo para blindar suas locações contra fraudadores profissionais.
CLIQUE AQUI para se inscrever na JORNADA ANTI-FRAUDE e garantir segurança total nas suas locações!
